Marina Ruy Barbosa alfineta famosas e afirma ‘Feminista opressora’

Quem achou que as famosas que acabaram envolvidas na polêmica separação de José Loreto e Débora Nascimento iam deixar a poeira baixar, se enganou!
Marina Ruy Barbosa aproveitou o Dia da Mulher, comemorado nesta sexta (8), para mandar recado para várias atrizes da Globo que se voltaram contra ela. Após a ruiva ser apontada como pivô do fim do casamento de Débora, famosas como Giovanna Ewbank e Thaila Ayla deixaram de seguir Marina.
No Instagram, Marina desabafou e alfinetou quem a criticou tanto. A atriz falou sobre feminismo e sobre mulheres sendo opressoras com outras mulheres.
“Muitas vezes a gente passa por essas datas sem nem entender direito, até porque tudo hoje em dia acaba indo por um viés comercial e superficial. Esse dia existe para relembrar nossas conquistas sociais, políticas e culturais ao longo dos anos.
(Tudo bem que ainda falta muito, mas…) E pra relembrar também o quanto devemos unir nossas forças. Vamos desaprender o que a sociedade ensinou sobre as mulheres. Precisamos juntas desconstruir essa rivalidade que criaram entre nós. Comece por você a mudança que quer ver em outra mulher”, iniciou a atriz.
“Hoje em dia, uma das coisas que mais penso antes de dizer algo sobre outra é que quando eu atinjo uma mulher estou automaticamente me atingindo. Não seja uma feminista opressora. Com certeza, o falar é mais fácil do que o agir. Colocar em pratica atitudes feministas diante de uma sociedade que todos os dias propaga a rivalidade e competitividade entre as mulheres não é fácil. Mas é um esforço diário, e olhar atento pra todas as atitudes que temos. Devemos ter atenção, ninguém sabe a dor que a outra sente, problemas, angústias, cobranças… Antes de acusar, julgar, expor, procure saber, vá atrás da verdade, pois suas atitudes e comentários podem trazer um mal irreversível pra outra mana. Uma das coisas que eu aprendi com o feminismo é não atacar outra mulher, mesmo até que ela faça isso comigo. O que nós precisamos fazer é parar de nos culpar. É acreditar na irmandade e solidariedade entre mulheres. Em uma sociedade que estimula a competição entre nós, a sororidade vai na contramão desse conceito”, postou Marina.
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