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Acusado de estuprar menino de 4 anos é preso em poucas horas

O gesseiro Carlos Henrique da Costa, 19, foi preso horas depois de ser acusado de ter abusado sexualmente de um menino de 4 anos de idade, filho de uma amiga da família. O estupro de vulnerável ocorreu na madrugada de sexta-feira (30), no residencial Jamil Nadaf, em Cuiabá. O suspeito foi preso ainda pela manhã, por policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança (Deddica), escondido na casa de familiares, no bairro Jardim Colorado.

Segundo relato da mãe do menino, que é evangélica, ela participou de uma reunião de oração na casa da mãe dele, evento que vinha ocorrendo durante toda a semana. Lá estava Carlinhos, que é amigo da família. Ele veio acompanhando ela e o filho menor até em casa, tarde da noite de quinta-feira.

Ao chegar, o suspeito perguntou se ela já iria dormir, quando a mulher disse que ainda iria fazer algumas orações. Mas admitiu que acabou se distraindo com o celular dentro de casa, enquanto deixou a criança sob os cuidados de Carlos, na calçada da casa que não possui muro.

Algum tempo depois escutou o grito de dor e desespero do filho e ao correr ao seu encontro o abusador simulou que estivesse tentando fazer a criança dormir. Mas o menino chorava e dizia que estava com muita dor no bumbum. Ao tirar a roupa do filho percebeu o sangue e ferimento no local. Passou a acusar Carlos, que negava ter praticado o estupro. Sob pretexto de sair para fumar um cigarro, ele fugiu. Ao levar o filho para Upa foi constatado o abuso e a Polícia Militar foi acionada. Apesar das buscas o suspeito não foi localizado. Somente pela manhã, depois os investigadores da Deddica foram acionados pela equipe da Central de Flagrantes da Mulher e conseguiram localizar o suspeito e fazer a prisão. Carlos continuou negando o crime e foi autuado pelo estupro de vulnerável.

A criança que relatou os abusos para a equipe multidisciplinar da Deddica, passou por exame de corpo delito, que confirmou os abusos. Também recebeu medicamentos preventivos para Aids e doenças sexualmente transmissíveis.

 

 

Silvana Ribas/Gazeta Digital 

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